Horríveis tuas mãos cortadas, Carlos.
Cantei tuas pernas percorridas, teus cacos, teus olhos partidos,
tuas lágrimas que caem cantando
e se abrem batendo contra a ponta do sapato empoeirado.
Uma mancha – é tudo uma mancha.
O mundo e teu coração.
A morte e a lembrança da irremediável solidão.
Thiago Mattos, In: "Os dias que se movem"





























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